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Piores estradas do Brasil

Estradas do Brasil: veja quais têm as piores infraestruturas

O modal mais usado no Brasil para circulação de mercadorias é o rodoviário. Apesar disso, o país possui uma quantidade imensa de rodovias mal estruturadas, que precisam de reparos para garantir o transporte de cargas seguro e eficiente.

Veja a seguir algumas das estradas do Brasil que apresentam as piores infraestruturas!

BR-364, rodovia que liga Porto Velho (RO) a Rio Branco (AC)

A BR-364, com mais de 4.300 km de extensão, tem muita importância para a circulação de produtos das regiões Norte e Centro-Oeste. Começa em Limeira, São Paulo, no km 153 da SP-330, atravessando em seguida Minas Gerais, Goiás, Mato Grosso, Rondônia e Acre, onde termina em Rodrigues Alves, cidade situada no extremo oeste, limitando-se com o Peru.

Entre os principais perigos do trecho que liga Porto Velho a Rio Branco estão os buracos, que vêm provocando danos aos caminhões e causando acidentes.

BR-222, rodovia que liga Marabá (PA) a Dom Eliseu (PA)

A BR-222, com seus 1.811 km, começa em Fortaleza, capital do Ceará, e alcança a cidade de Marabá, no Pará. Além de ligar os estados de Ceará e Pará, a rodovia também faz a ligação entre Piauí e Maranhão.

Ela passa por centros urbanos como Teresina e Fortaleza e faz as ligações entre áreas que possuem intenso tráfego econômico, como o sudeste do Pará ao restante do país.

A BR-222 apresenta trechos muito mal conservados, cheios de buracos.

BR-163, rodovia que liga Barracão (PR) a Cascavel (PR)

O trecho da rodovia entre esses dois municípios encontra-se com o asfalto deteriorado e não dispõe de sinalização. São 190 km que atravessam entroncamentos entre estradas estaduais e federais.

Esse corredor é muito importante por causa de sua localização estratégica para o Mercosul: Barracão, no sudoeste do Paraná, divide seus limites com as cidades de Dionísio Cerqueira, no estado de Santa Catarina, e Bernardo de Irigoyen, na Argentina.

Esse trecho da BR-163 envolve ainda as rodovias estaduais PR-163, PR-182 e PR-582.

BR-163, BR-364 e MT-320, estradas do Brasil entre Alta Floresta (MT) e Cuiabá (MT)

No estado de Mato Grosso, a distância entre Alta Floresta e Cuiabá corresponde a 774 km. É uma área bem centralizada, onde se desenvolve a agroindústria.

Esse corredor está cheio de buracos e não há sinalização horizontal, nem vertical.

GO-174, rodovia que liga Rio Verde (GO) a Iporá (GO)

Essa rodovia foi considerada a pior de todas as estradas do Brasil, na análise da Pesquisa CNT de Rodovias (Confederação Nacional do Transporte). A GO-174 é uma rodovia estadual que começa em Rio Verde, Goiás, e termina em Montes Claros no mesmo estado.

Em um trecho de 167 km, aparecem constantes buracos e não há qualquer sinalização. Considerando apenas 35 km de um trecho, 25 deles apresentam um péssimo estado de conservação.

BA-460, BA-460/BR-242, TO-040 e TO-280, entre Natividade (TO) e Barreiras (BA)

A BR-242 é uma rodovia que começa na Bahia, passa por Tocantins e chega até a cidade de Sorriso, em Mato Grosso. São muitos os trechos sem pavimentação ou que ainda estão para ser construídos, especialmente em Tocantins.

Na Bahia, essa rodovia é o acesso principal à famosa Chapada Diamantina. Há, inclusive, trechos em que é preciso realizar a travessia fluvial (por exemplo, em Ibotirama, município baiano, às margens do São Francisco).

Em Tocantins, a BR-242 passa pela Ilha do Bananal (trecho chamado de Transbananal), onde atravessa a Terra Indígena Parque do Araguaia e transforma-se em uma estrada em leito natural, sem revestimento primário, nem aterro, tornando-se intransitável durante as chuvas.

Gostou do post? Quais outras estradas do Brasil você conhece que estão com problemas? Deixe seu comentário e aproveite para seguir a Tecnovia no Facebook e no Linkedin!

Comentar

  • Antonio William Paiuca

    Olá Jefferson! Realmente nossa infra na malha rodoviária é mto ruim, exceto aquelas que são tarifadas por pedágios (que, tb, existem alguns pequenos problemas de qualidade, mas são infinitamente menores). Nosso país tem dimensões continentais e não é fácil fazer gestão e investimentos nessas proporções. É claro que temos grosseiras falhas de gerenciamento (verbas, visão e execução). Deveríamos ter e o Governo deveria fomentar pólos econômicos mais fortes nas macros regiões mais distantes do atual centro industrial/econômico brasileiro. Com isso, teriam mais independência financeira e tocariam seus interesses em infra de maneira melhor em suas regiões. Descentralizando com responsabilidade, resultados pactuados e aferidos. Hoje existem duplicidade ou triplicidade de estrutura que atuam ou tentam atuar numa mesma atividade (municipal, estadual, federal…). Qual é o resultado? Custo alto e resultado ruim (Um monte de gente cuidando do mesmo assunto com comandos diferentes, controles distintos, medições descalibradas, utilizando prédios diferentes, infra de administração diferentes e assim vai agregando custos) É preciso de economia compartilhada , racionalizada…. Veja que nosso principal modal é o rodoviário. Imagine os outros como estão… Um modal não conecta com outro de forma inteligente sob o ponto de vista logístico. Usa-se portos como benefício fiscal (não está errado), mas o potencial é muito maior para ganhos no escoamento da produção. O Brasil tem a maior bacia hidrográfica do mundo. Grande parte navegáveis. Portanto, precisamos de gente que entenda do assunto, no lugar certo, para que possamos colher resultados satisfatórios.

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